FUMAND…. OPS , APAGANDO AS VELINHAS !

Posted in Outras noticias on 22 22UTC Agosto 22UTC 2010 by xgiovannizanetti

Gene nasceu com o nome de Chain Witz, em Tirat Carmel, Israel. Ele e sua mãe, Flóra Klein – uma imigrante húngara – se mudaram para Nova Iorque, Estados Unidos, quando o futuro rockstar tinha oito anos de idade. Flóra e seu irmão, Larry Klein, foram os únicos membros da família que sobreviveram ao holocausto.

Quando chegou nos Estados Unidos, o pequeno Chain Witz mudou seu nome para Eugene Klein e, no final dos anos 60, mudou novamente para Gene Simmons – uma homenagem ao cantor de Rockabilly, Jumpin’ Gene Simmons. Desnecessário dizer que Gene já havia sido mordido pela mosca azul do Rock n’ Roll.

Ainda adolescente, Gene participou de sua primeira banda, chamada Lynx, que mais tarde passou a se chamar The Missing Links. Um pouco depois ele terminou com a Te Missing Links e formou a The Long Island Sounds. Durante este período, Gene mantinha outros trabalhos em paralelo a sua atuação na música, como produzir fanzines e trocar revistas em quadrinhos usadas. Durante seu período de faculdade, Gene se juntou a outra banda, intitulada Bullfrog Bheer, que chegou a gravar uma demo, “Leeta”, que foi inclusa no Box set que o Kiss lançou em 2001.

No início dos anos 70, Gene e seu novo amigo, um nova-iorquino de nome Stanley Harvey Eisen – mais tarde ele ficaria conhecido como Paul Stanely – montaram o Wicked Lester. A banda chegou a gravar um álbum, mas o trabalho unca foi lançado. Descontentes com a sonoridade e com o visual do Wicked Lester, Gene e Paul tentaram demitir os companheiros de banda, mas como houve certa resistência, eles decidiram sair da banda – e consequentemente do contrato que tinham com a Epic Records.

Decididos em formar a banda de Rock definitiva, passaram a procurar por um baterista, e o encontraram através de um anúncio. O baterista se chamava George Criscoula – imortalizado sob o nome de Peter Criss – e logo se juntou à dupla, que permaneceu como um power trio por algum tempo, quando o guitarrista solo Paul Frehley – mais conhecido como Ace Frehley – se tornou o quarto membro da banda, cujo nome já havia sido escolhido: Kiss!

A partir daí, a história já é bem conhecida: com suas músicas fantásticas e cheias de energia, além dos membros se apresentarem com maquiagens carregadas – cada integrante assumindo a identidade de um alter ego. Gene é o “demônio” cuspidor de sangue e de fogo, que se tornou uma das maiores marcas da banda – e de produções de palco grandiosas, o Kiss conquistou o mundo e se tornou, talvez, a única banda de Rock da história a competir com os Beatles, com relação a vendas de discos. Gene – junto com Paul – é o único integrante do Kiss que está na banda desde sua fundação até os dias atuais.

Além do trabalho como vocalista e baixista do Kiss, Gene é reconhecido mundialmente como exímio empresário, sendo capaz de vender gelo no Alasca. Não é à toa que o Kiss também é famoso por possuir produtos para todos os gostos: de simples camisetas a caixões, passando por camisinhas, calcinhas, automóveis, máquinas de fliperama, papel higiênico e tudo o mais que você posa imaginar.

Gene também já se aventurou como ator em 14 filmes e algumas séries televisivas. Algumas de suas aparições podem ser conferidas nos seriados “Miami Vice”, “Ugly Betty” e “Third Watch”, além dos filmes “Runaway”, “Wanted Dead or Alive” e “Trick or Treat”. Gene também se envolveu com alguns reality shows, sendo o mais famoso o que retrata do dia-a-dia de sua família – Gene mora com sua “não esposa”, Shannon Tweed há mais de 20 anos e, juntos, têm dois filhos, Sophie e Nick – intitulado “Gene Simmons Family Jewels”.

Por mais que algumas pessoas tentem caracterizar Gene como um cara que só liga para o dinheiro, o fato é que este imigrante israelense teve – e ainda tem – uma grande importância no desenvolvimento do Rock n’ Roll e ajudou a escrever alguns dos maiores hinos deste gênero musical que apaixona e arrebata fãs a cada minuto.

Mr. Simmons, feliz 61 anos!

FONTE : http://imprensarocker.wordpress.com/2010/08/22/fumand%E2%80%A6-ops%E2%80%A6-apagando-as-velinhas-%E2%80%93-parte-xvi/

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Só não vai apagar as Velinhas com A Lingua ahuahahu

Lady Gaga tira Britney Spears do trono de “rainha do Twitter”

Posted in Outras noticias on 22 22UTC Agosto 22UTC 2010 by xgiovannizanetti

Britney Spears ficou por um bom tempo como a pessoa com mais seguidores no Twitter, mas Lady Gaga acabou de ultrapassar a “princesinha do pop” no microblog e tem agora o perfil mais popular de todo o serviço.

Com uma diferença de apenas 114 seguidores (às 17h15 do dia 20 de agosto de 2010), Lady Gaga ultrapassou Britney na tarde desta sexta-feira. Vale lembrar que os números mudam a cada minuto e que a “disputa” ainda continua acirrada.

Agora só falta Gaga voltar a reinar absoluta no ranking de mais vistos do YouTube, como o fez até ser ultrapassada por Justin Bieber em julho deste ano.

Fonte ; http://www.cifraclubnews.com.br/noticias/22686-lady-gaga-tira-britney-spears-do-trono-de-rainha-do-twitter.html

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Lady Gaga >>>>>>>>>>>>>> ALL >>>>>>>>> Britney

Há 21 anos morria o cantor Raul Seixas

Posted in Outras noticias on 22 22UTC Agosto 22UTC 2010 by xgiovannizanetti

O Maluco Beleza deixou um legado semelhante ao de Elvis Presley.

Documentário sobre o roqueiro baiano deve ser lançado ainda em 2010.

Os biógrafos costumam dizer que Raul Seixas levou o rock às últimas consequências. Nos últimos anos de sua vida, mesmo sofrendo de pancreatite, ele não se afastou do consumo de exagerado de drogas e álcool. A doença levou à morte o Maluco Beleza aos 44 anos, no dia 21 de agosto de 1989.

Para eles, a decadência perante o público, os problemas com empresários e gravadoras são problemas menores diante da sua relevância artística. Passados 21 anos, seus principais hits são conhecidos do grande público.

O interesse pela obra de Raulzito reacende em novas gerações de fãs, que fazem questão de soltar a voz com o grito “Toca Raul”. Ainda hoje é possível ouvir o jargão em bares, pistas de dança e shows de rock.

Um dos legados do roqueiro é parecido com o fenômeno que acontece com o “Rei do Rock” Elvis Presley: inúmeros sósias fazem questão de se vestir de forma idêntica a Raul e atuar fazendo covers do cantor. A sua confirmação, como mito do rock nacional, é frequente em homenagens no teatro, na TV, nas biografias e relançamentos de álbuns.

A admiração pelo “Maluco Beleza” ultrapassa o rock. Chitãzinho e Xororó, Maria Bethânia,  Milionário e Zé Rico e Elba Ramalho já regravaram composições do baiano.

Documentário é aguardado para 2010
O longa-metragem dirigido por Walter Carvalho e Evaldo Mocarzel promete estrear nas telas ainda em 2010, trazendo depoimentos de parentes, amigos e antigos parceiros, como o escritor e letrista Paulo Coelho, que trabalhou com Raul na composição de músicas que fizeram parte da fase mais conhecida da carreira do roqueiro.

Em 2009, um trecho do filme foi exibido durante o Festival do Rio. O teaser mostrava o cantor se dizendo apaixonado por cinema. “Espero acabar em Hollywood”, brincava, irônico, afirmando ser um ator que fingia ser cantor.

Sua interpretação é lembrada graças a videoclipes para o Fantástico, nos quais Raul extravasava sua criação. As perfomances são destacadas pelos cenários em chroma key e pela produção, como as dançarinas presentes em “Sociedade Alternativa” – um dos primeiros clipes musicais feito a cores no Brasil, exibido em 1974.

FONTE : http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/08/ha-21-anos-morria-raul-seixas.html

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esse faz falta , em :(

Final Frontier – Iron Maiden

Posted in Outras noticias on 22 22UTC Agosto 22UTC 2010 by xgiovannizanetti

Vamos combinar um negócio. O que será feito aqui é a análise de um álbum de heavy metal em si. É lógico que para tentar caracterizar e contextualizar as coisas, serão citadas outras obras e bandas. No entanto, o objetivo não é avaliar a carreira do IRON MAIDEN, nem comparar suas várias fases, tampouco se aprofundar nas reações que os mais variados tipos de fãs terão ao ouvir seu novo lançamento. Isso será discutido num outro momento. Pode-se até dar uma pincelada nisso, mas o que está em discussão agora é unica e exclusivamente uma coisa: a música que ouvimos em “The Final Frontier”.

Baseado no que foi citado acima, pode-se inverter a lógica comum de uma resenha e expor a conclusão já no começo do texto. “The Final Frontier”, 15° álbum de estúdio da lendária banda britânica, na conta final, é um senhor disco. Não é uma obra-prima incomparável, bem como também está longe de ser um trabalho descartável. Ali, se revezam numa profusão poucas vezes vista, momentos de pura genialidade e outros onde o ouvinte poderia desejar uma solução diferente. Tudo ali, lado a lado. Inesperado. Talvez seja essa a palavra que melhor defina o álbum em questão. Apesar de a banda repetir alguns clichês, sobretudo em comparação com suas obras mais recentes, fica evidente desde o primeiro minuto que a Donzela busca, mais do que em qualquer momento prévio, a experimentação, a novidade. Por isso mesmo, o trabalho soa inesperado, seja na passagem de uma música a outra, seja na progressão dentro de uma mesma música. Não há a menor dúvida de que esse é o material mais difícil e intricado da história do sexteto inglês. Por isso, não adianta pensar que suas canções possam ser facilmente digeridas. E isso pode até ser algo contraditório, à partir do momento em que observa-se uma banda totalmente solta, à vontade, e com muita inspiração ainda.

‘Papo furado, disco bom a gente conhece já na primeira ouvida’, dirá o leitor mais afoito. No entanto, essa lógica não cabe aqui. “The Final Frontier” é um trabalho complexo, não na noção de complexidade que possa ter um fã do YES, mas dentro do contexto da discografia do Maiden. É preciso deixar claro que este não é um disco de rock progressivo. É, sim, um álbum de heavy metal, onde o conjunto deixar fluir suas já tão propaladas influências prog. Só que a banda conseguiu unir a isso momentos de hard rock, de metal clássico e de influência celta, o que acaba por transformar o trabalho em algo muito rico musicalmente. Apesar disso, se os vários pontos altos do disco são tão claros para quem o ouve de mente aberta, os seus baixos também acabam se tornando evidentes.

O Iron Maiden colocou na abertura da nova bolacha duas músicas diferentes, as quais resolveu unir e dar um único nome. É essa a descrição exata de “Satellite 15… The Final Frontier”. A primeira parte é uma intro experimental diferente de qualquer coisa já lançada por eles. Talvez pela primeira vez em sua história, uma música da Donzela se inicie sem que o fã perceba a sonoridade tão característica do grupo já nos acordes iniciais, pois até o som do baixo de Steve Harris soa diferente. Um ataque de riffs mais distorcidos que o habitual, marcados por uma bateria tribal, cria um ambiente caótico. Quando se presta atenção ao que está sendo dito nos primeiros versos por um Bruce Dickinson cujo vocal varia do desesperado ao fantasmagórico, percebe-se que o clima desolador da canção casa perfeitamente com sua letra. E é aqui onde percebemos que o Maiden é uma das bandas que melhor sabe fazer uma ambientação sonora perfeita para suas letras. Uma marcação de bateria quase marcial continua o andamento dessa introdução fantástica e completamente fora dos padrões, até que após uma pausa muito rápida somos pegos de surpresa novamente. Quando se espera uma explosão de riffs e energia, a banda traz um quase hard rock, despretensioso e cadenciado, com um bom clima e um refrão grudento, daqueles que ficam na cabeça. Os dois solos são competentes, embora não sejam espetaculares. O contraste existente entre as duas metades da faixa é proposital, porém o melhor aqui talvez fosse separar a canção em duas outras, sendo que a primeira parte parece superior à segunda. “El Dorado” começa de forma estrondosa, com uma peça típica de fim de show, seguida pela indefectível cavalgada do baixo. Um riff direto marca a canção e o vocal segue uma linha mais contida para dar a interpretação irônica que a música pede. A ‘bridge’ que antecede o refrão é um dos melhores momentos da faixa, que tem uma variação brusca para um refrão cantado de forma muito alta e que, se ouvido isoladamente, é ótimo, porém é tão diferente que fica meio fora do contexto do restante da música. Em seu segundo terço, segue uma tendência mais prog na execução dos riffs e ótimos solos dos três guitarristas, até retornar para a construção de sua primeira parte. Uma música com identidade própria.

Na sequência, temos a parte mais tradicional do disco, a ‘mais IRON MAIDEN’, nas três próximas canções. “Mother Of Mercy” é uma música densa, carregada de melodia, misto de um clima sombrio com um tom de resignação, aliada a uma letra excelente. Apresenta bons riffs e um ótimo refrão. Faixa cadenciada, que só se torna mais veloz em seu final, mas que cumpre muito bem seu papel. “Coming Home” é a que mais chega perto da sonoridade de uma pseudo-balada, lembrando muito alguns momentos da carreira solo de Bruce Dickinson. Uma música contida, bastante melódica e muito bem trabalhada em seus detalhes. Trilha com brilhantismo um caminho que poderia facilmente cair na pieguice. Pra completar, traz um refrão que está entre os melhores do disco, além de ter os dois solos mais agradáveis de “The Final Frontier”. À seguir temos a faixa mais rápida do álbum, tanto em sua duração quanto em seu andamento. “The Alchemist” retorna àquele típico som no estilo NWOBHM, com seus riffs típicos, guitarras dobradas e uma execução vocal muito boa. O solo é absolutamente competente e condizente com o clima da música. Canção direta, eficiente, que tem como pecado a falta de um peso maior, de um pouco mais de distorção nas guitarras, o que certamente a deixaria mais marcante.

É a partir daqui que “The Final Frontier” dá mais uma virada, dessa vez em direção a uma sonoridade com influência bem mais progressiva. É a partir daqui que o Maiden mergulha cada vez mais em territórios não muito familiares. É a partir daqui também que a banda apresenta alguns de seus momentos mais inspirados em termos de técnica, boas ideias e riqueza musical. E provavelmente (e curiosamente) será a partir daqui que o álbum deverá despertar reações de amor e ódio em proporções bastante próximas. “Isle Of Avalon” começa com aquele esquema já manjado de introdução lenta e vocal calmo, mas aqui a banda consegue criar um clima único, mais uma vez totalmente em acordo com o que a letra pede. Até mesmo a demora para iniciar a parte mais pesada tem aqui sua razão de ser. E quando a parte mais forte começa, temos um Bruce Dickinson cantando nas alturas. Fica evidente aqui o quanto o vocalista cresceu em termos de técnica e afinação, e o quanto perdeu em termos de potência em relação à primeira década do Iron Maiden. O ritmo agitado segue até cairmos num momento que remete de imediato a algumas passagens do RUSH, onde o guitarrista Adrian Smith exibe toda sua elegância, com solos extremamente bem colocados, sobre alguns riffs mais complicados. Uma das melhores músicas do álbum e também entre as melhores da banda nesses últimos anos. “Starblind” começa com mais uma introdução lenta que, diferente da música anterior, aqui se mostra dispensável, mas que dá lugar a uma progressão vigorosa, intricada, meio psicodélica e com uma excelente melodia. Em determinado momento, a canção pode fazer o ouvinte se lembrar de “Infinite Dreams”. A faixa segue com ótimas passagens instrumentais. Uma canção maravilhosa, mas que corre o risco de não ser bem aceita, devido à sua cadência e à sua maior complexidade.

“The Talisman” é carregada de influência celta, com uma introdução acústica que remete à imagem de um poema declamado apenas com voz e violão ao redor de uma fogueira, onde Bruce mostra toda sua capacidade de interpretação. A introdução da música lembra demais “The Legacy”, do “A Matter Of Life And Death”, porém quando a coisa esquenta, temos uma canção muito mais enérgica e vigorosa. Pode-se dizer que, dentre as músicas mais ‘progressivas’ do disco, esta é a que mais traz elementos consagrados pelo ‘antigo Maiden’. O vocal está em boa parte do tempo em nível praticamente máximo. No entanto, faltou ao produtor Kevin Shirley um maior cuidado no momento mais crítico do álbum em termos de vocal, que é o refrão dessa música, onde não faria mal nenhum descer meio tom, para que a voz de Dickinson não soasse forçada. Talvez até aqui, o melhor material do álbum. Na sequência, uma introdução belíssima apresenta “The Man Who Would Be King”. Só que, apesar da beleza da passagem, assim como em “Starblind”, talvez ela não fosse necessária, já que a sequência dela com uma daquelas melodias típicas de Dave Murray poderia ter sido uma introdução até melhor em termos instrumentais. Um bom andamento, que consegue variar entre o épico e o despojado, dá lugar a outro refrão dos melhores em “The Final Frontier”. Seguindo o refrão, temos uma das passagens mais interessantes do disco, onde há um excepcional solo de guitarra, acompanhado por um som que mescla elementos totalmente psicodélicos e uma sonoridade que chega a lembrar alguns momentos do U2 (sim, você não leu errado, U2), mas que, por incrível que pareça, caiu como uma luva na canção.

Guardadas as devidas proporções, se os BEATLES tocassem metal, talvez soassem como o Iron Maiden em “When The Wild Wind Blows”. Isto porque a Donzela consegue aqui trabalhar de forma espetacular uma profusão de melodias marcantes e carregadas de sentimento, onde cada melodia leva naturalmente à outra, e tudo isso de forma contida. Essa faixa traz vários momentos que deixam claras as características das canções compostas por Steve Harris, mas sem cair no clichê. Uma música voltada para o vocal, mas que ainda assim apresenta momentos instrumentais altamente inspirados. Não é um heavy metal clássico em sua essência, em seu clima. Remete mais a um rock, só que tocado com guitarras pesadas. Por isso mesmo, deverá encontrar resistência de boa parte dos fãs, mesmo sendo talvez a melhor música de “The Final Frontier”.

Tecnicamente, ‘los tres amigos’ encontraram seu melhor entrosamento desde o início dessa formação, além de mostrarem muito bom gosto nos arranjos. Até pela proposta do trabalho, as passagens melódicas e alguns riffs acabaram se mostrando mais marcantes que os solos do disco, o que não significa dizer que não há excelentes solos no álbum. Nicko McBrain parece se sentir absolutamente à vontade nesse estilo de som mais trabalhado, mais intricado e cheio de variações, quebras de ritmo e mudanças de andamento. Individualmente, foi o que mais se destacou no disco. Steve Harris esteve curiosamente mais discreto que em períodos anteriores, mas seu baixo continua sendo, de todas, a marca mais registrada do Maiden. Quanto a Bruce Dickinson, é incrível que alguém ainda possa considerar que o sujeito não continue sendo um dos maiores vocalistas tanto da atualidade quanto de todos os tempos no heavy metal. Sua técnica hoje é muito superior à que apresentava no passado. É possível que não exista ninguém melhor que ele quando o assunto é interpretar o que está sendo dito nas letras e dar a dose certa de emoção a cada palavra cantada. No entanto, é impossível não perceber que a idade começa a cobrar seu preço e que a potência de sua voz já não é a mesma de outros tempos.

A produção de Kevin Shirley, no sentido da captação do som, é ótima. ‘Caveman’, a julgar por esse disco, deveria ser o produtor com o qual todo baterista desejasse trabalhar. No entanto, aparentemente, salvo no caso de ser mesmo uma opção da banda, ainda não conseguiu encontrar o melhor meio de tirar um peso maior do som do trio de guitarras. Além disso, é preciso um cuidado muito maior com o vocal do que aquele apresentado. E o principal: não se sabe até onde o Maiden (leia-se Steve Harris) dá liberdade ao produtor, mas o mesmo tem que ser ativo na procura de soluções para certas passagens, mesmo que a banda tenha que mexer em determinados momentos da estrutura da música.

“The Final Frontier” não é um disco perfeito. Tem muitos pontos altos e alguns pontos mais baixos. Com certeza, na visão de parte dos fãs, existirão as críticas por sua cadência excessiva, pela sua forte influência progressiva e pela falta de toda aquela eletricidade que transbordava em várias músicas do Maiden de outras épocas. Aquele que procura um disco com canções facilmente assobiáveis, com músicas velozes, com aquela profusão de energia que faz o indivíduo querer sair agitando e batendo cabeça, possivelmente encontrará muitas dificuldades aqui e ainda continuará aguardando um trabalho que seja uma unanimidade. No entanto, a exploração de novas sonoridades, de novas ideias, associada a toda a riqueza musical e melódica fazem dele um ótimo disco. Aquele que quer ouvir um disco prestando atenção a cada mínimo detalhe e que se deixa levar pelo clima das canções certamente perceberá o quão rico é este trabalho. Antagônico, contraditório e talvez por isso mesmo, um trabalho muito bom da banda. Só que, também justamente por isso, sempre dividirá opiniões.

IRON MAIDEN – THE FINAL FRONTIER
EMI RECORDS LTD. – 2010

TRACK LIST
1. Satellite 15… The Final Frontier – 8’40”
2. 2. El Dorado – 6’49”
3. Mother Of Mercy – 5’20”
4. Coming Home – 5’52”
5. The Alchemist – 4’29”
6. Isle Of Avalon – 9’06”
7. Starblind – 7’48”
8. The Talisman – 9’03”
9. The Man Who Would Be King – 8’28”
10. When The Wild Wind Blows – 10’59”

FONTE  : http://whiplash.net/materias/cds/113612-ironmaiden.html

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Finalmente , Novo Album Saindo ai , QUENTINHO!

Kiss: Paul Stanley e Lady Gaga íntimos nos bastidores

Posted in Outras noticias on 22 22UTC Agosto 22UTC 2010 by xgiovannizanetti

Parece que Gene Simmons tinha razão quando disse, no ano passado, que a artista pop do momento, Lady Gaga, deveria mudar o nome para Lady Kiss. Em seu twitter oficial, a banda postou uma foto de Paul Stanley abraçado, de forma um tanto quanto íntima, com a cantora.

FONTE : http://whiplash.net/materias/news_860/113606-kiss.html

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PAUL SAFADINHO ahuauhuhahua

Bon Jovi estica turnê brasileira e marca show também no Rio de Janeiro

Posted in Outras noticias on 22 22UTC Agosto 22UTC 2010 by xgiovannizanetti

Os fãs cariocas do Bon Jovi poderão ver os ídolos de perto no dia 8 de outubro. A banda decidiu fazer mais um show no Brasile tocará tanto em São Paulo (06/10) quanto no Rio (08/10).

A banda vem ao Brasil para divulgar o disco “The Circle”, lançado em 2009. Este disco ficou em primeiro lugar de vendas nos EUA, Canadá, Alemanha, Japá, Suíça e Líbano.
Os ingressos para os shows do Bon Jovi no Rio de Janeiro começam a ser vendidos a partir do dia 30 de agosto. Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners terão acesso à venda exclusiva a partir do dia 23. Veja os detalhes abaixo:

SÃO PAULO
Quando: 6 de outubro de 2010, a partir das 21h
Onde: Estádio do Morumbi
Quanto: Entre R$ 160 (arquibancada laranja) e R$ 600 (pista premium)
Meia entrada: Sim
Vendas: Pela internet, pelo telefone 4003-0696 (válido para todo o país) ou nos pontos de venda oficiais
RIO DE JANEIRO

Quando: 8 de outubro de 2010
Onde: Praça da Apoteose Quanto: R$ 250 (pista) e R$ 600 (pista premium)
Meia entrada: Sim
Vendas: A partir do dia 23/08 pela internet, pelo telefone 4003-0696 (válido para todo o país) ou nos pontos de venda oficiais

FONTE : http://www.cifraclubnews.com.br/noticias/22685-bon-jovi-estica-turne-brasileira-marca-show-tambem-no-rio-de-janeiro.html

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Seria meio Injusto , ele fazer Show em São Paulo , e não passar pelo Rio de Janeiro !

Nightwish: Anette dá à luz um “lindo e precioso” menino

Posted in Outras noticias on 21 21UTC Agosto 21UTC 2010 by dugaich

A vocalista do Nightwish, Anette Olzon, postou o seguinte comunicado em seu blog oficial:

“É tão maravilhoso para mim dizer que ontem, 30 de julho às 16:28, nasceu o filho meu e de Johan.

Ele veio ao mundo com 52 cm de altura e pesando 3920 gramas.

Nós tentamos tê-lo por parto natural desde terça-feira e utilizamos diferentes métodos, mas como com meu primeiro filho, eu não tive contrações fortes o suficiente então foi decidido tê-lo por cesariana.

Todos nós estamos bem, mas ainda no hospital onde estamos descansando felizes por termos este lindo e precioso menino conosco. A vida é tão maravilhosa e eu estão tão feliz, voando em alegria!”

Como foi informado anteriormente, o Nightwish tem 12 músicas prontas para o sucessor de Dark Passion Play e eles entrarão no estúdio no dia 15 de outubro.

Fonte: whiplash

Posted in Outras noticias on 21 21UTC Agosto 21UTC 2010 by dugaich

Ozzy Osbourne com a filha, Kelly, em foto de arquivo

Jack Osbourne, filho de Ozzy Osbourne, vai dirigir o novo clipe do pai, ”Life Won’t Wait”, segundo o site “Perez Hilton”.

“Jack quer dirigir filmes e programas de televisão. Ele está criando o novo clipe do Ozzy. O vídeo está sendo rodado Hollywood e conta uma história parecida com a da vida de Ozzy”, contou uma fonte do site.

Fonte: Ego – Noticias

Mudança no Blog

Posted in Outras noticias on 31 31UTC Março 31UTC 2010 by dugaich

Olá galera,

para todos que pensam que o blog está parado, está completamente errado!

Apenas uma fase que ficou um pouco devagar, mais agora irá voltar com força total!

Iremos fazer uma mudança no blog, a partir de hoje iremos postar curiosidades, musicas, noticias, videos, materias de bandas em geral, ou seja, qualquer tipo de musica, essa semana agente ja começa a usar esse novo esquema.

Obrigado.

Lucas Dugaich

AC/DC: “o médico olhou, examinou, cutucou e espetou”

Posted in Outras noticias on 31 31UTC Março 31UTC 2010 by dugaich

O AC/DC foi recentemente forçado a adiar os seis primeiros shows da próxima etapa da turnê mundial “Black Ice”, planejada para começar amanhã (01/10) em Phoenix, Arizona. As apresentações foram remarcadas porque o cantor Brian Johnson está se recuperando de um procedimento médico e foi aconselhado a descansar um pouco mais. Cinco outros concertos, em Las Vegas, Louisville, Kansas City, Des Moines e Milwaukee, também foram adiados e serão remarcados. A turnê vai continuar em 16 de outubro, em Washington, D.C.

Johnson comentou: “É um trabalho interno que me forçou a remarcar aqueles seis próximos shows! ‘Interno’ sendo a palavra importante aqui. Meus órgãos internos estavam me dando um monte de problemas, úlceras e coisas do gênero. Elas estavam realmente desconfortáveis e dolorosas, o que exigiu que eu procurasse atenção médica imediata.”

“O médico olhou, examinou, cutucou e espetou todos os lugares possíveis. No fim das contas, eles me deram uma ficha limpa de saúde, mas insistiram que eu tirasse um tempinho para me recuperar e descansar.”

“Nós estamos em turnê sem parar desde essa época no ano passado, e ainda temos muito mais turnês a fazer.”

“Obrigado a todos os desejos de melhoras e espero ver todos vocês novamente muito em breve.”

O AC/DC está na estrada para divulgar “Black Ice”, seu primeiro álbum de estúdio em oito anos. O álbum vendeu mais de 2 milhões de cópias nos Estados Unidos desde seu lançamento exclusivo pela rede Wal-Mart.

A banda visitará a América do Sul ainda este ano, e seguirá para a Austrália e Nova Zelândia no início de 2010.

Fonte whiplash.net

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